Jornalista fissurado na cultura inútil da indústria do entretenimento em geral. Gosta do romantismo da sua profissão. Não acorda cedo, sai sempre atrasado de casa para a redação em que trabalha, não fuma e bebe sempre que pode com os amigos.
Viciado em cinema, desde a nouvelle vague francesa, passando pelo neo realismo italiano, com uma pitada de Eisenstein e muito, mas muito blockbuster e cinema oriental.
Um dia figurará ao lado dos grandes formadores de opinião de seu tempo.